terça-feira, 6 de setembro de 2011

Confissões de Daniele - Casualidade, o inicio.

Acordei com vontade de escrever. Não textos acadêmicos. Até que me lembrei que tinha um blog mega desatualizado, com parênteses a serem fechados. Assim, hoje fecharei o imenso parênteses e retomarei meus “causos amorosos”. Para tanto, um rápido flashback. Iniciei falindo uma padaria (http://tranqueirasamoresecia.blogspot.com/2011/05/o-inicio.html ), depois tentando buscar a espiritualidade, pensei em me aventurar em um convento, eis que aparece um mocinho encantador, eu me apaixono, me declaro, porém nada acontece (http://tranqueirasamoresecia.blogspot.com/2011/05/carta.html ).

Após esses fatos nenhuma novidade amorosa. Não sentia interesse no assunto e nem despertava interesse no mesmo. Enquanto a vida amorosa de minhas amigas estava movimentadíssima, uma troca de experiências, causos, conselhos, confidências, a minha um pleno marasmo. E até hoje é assim... Talvez porque não sou a pessoa mais receptiva quando se trata destes assuntos. Sempre fui uma pessoa muito fechada e que me privo de sofrimentos, o que acaba bloqueando a aproximação e envolvimento. Quizas porque não sou nada atraente a primeira vista. Totalmente fora dos padrões de beleza e simpatia. Baixa autoestima? Talvez, mas vamos encarar como uma visão realista.

Enfim, o tempo passa eis que chega a era de aquários. Me vejo criando asas, saindo de casa, mudando de cidade, indo em busca de ideais. Sou apresentada a universidade e a um bando de pessoas que estão em busca de novas experiências (leia festas rs). A principio ainda reservava meu jeito pacato, fui “dispirocar” mesmo no segundo ano de graduação. Mas isso não impedia que eu curtisse algumas novas experiências, como por exemplo, a primeira festinha de minha turma.

Uma parede se movia na minha direção, eu ria muito e alguém me acompanhava. Alguém muito prestativo, o qual já havia jogado algumas indiretas. Algumas trocas leves de carícias. Minha casa. Nada demais ocorre. Passa-se algumas semanas, diversas pessoas me alertando que este alguém era uma boa pessoa. Passa-se mais um tempo. Uma sala de estudo. Beijos calientes. Eis que me vejo envolvida com o tal alguém. Foi meu primeiro envolvimento puramente casual, sem sentimentos. A princípio estranho mas também fascinante. Uma semana, o pedido de namoro. Tarde demais. Você havia me aberto portas para degustar coisas novas, aproveitar o que o mundo tinha a me oferecer. Fim do meu casinho casual e o inicio de novas aventuras.